Entraram expressamente no GRO
A revisão do capítulo 1.5 incluiu de forma explícita os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais.
A redação vigente do capítulo 1.5 da NR-1 inclui expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A Make apoia a dimensão humana e educativa dessa agenda.
Escopo claro: a Make não substitui SST, GRO ou PGR. Atua com sensibilização, liderança, diálogo, educação e cultura preventiva.

A revisão do capítulo 1.5 incluiu de forma explícita os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais.
A redação aprovada pela Portaria MTE nº 1.419/2024 entrou em vigor em 26 de maio de 2026, após a prorrogação de 2025.
A avaliação precisa considerar condições, organização e gestão do trabalho — e não reduzir o problema à fragilidade individual.
A orientação oficial parte do trabalho real: demandas, relações, apoio, organização e formas de gestão podem gerar exposição e precisam entrar na prevenção.
O Manual do MTE cita exemplos como excesso de demandas, assédio de qualquer natureza e falta de suporte ou apoio no trabalho. A realidade de cada organização, porém, deve ser analisada tecnicamente dentro do seu contexto.
Sobrecarga e intensidade de trabalho podem compor a exposição.
A ausência de apoio no ambiente de trabalho também aparece nas orientações oficiais.
O MTE cita assédio de qualquer natureza entre os exemplos de fatores psicossociais relacionados ao trabalho.
“O que nas condições, relações ou na organização do trabalho pode estar gerando exposição?”
Essa mudança de lente ajuda a conectar prevenção, liderança e cultura sem transformar um problema organizacional em julgamento individual.
A gestão dos riscos ocupacionais pertence à estrutura de SST e às responsabilidades da organização. A Make atua na educação e no desenvolvimento das pessoas que precisam sustentar a prevenção no cotidiano.
Importante: a Make não é apresentada nesta página como responsável pela elaboração do PGR, avaliação técnica dos riscos ou substituição dos profissionais de SST.
Os formatos mudam conforme o objetivo. O papel da Make é apoiar a passagem do risco identificado para ações educativas, desenvolvimento de lideranças, diálogo e continuidade, para que a prevenção faça parte da cultura da empresa.
Para abrir a conversa e criar uma linguagem comum sobre saúde mental, prevenção e riscos psicossociais.
Conheça as palestras →Para ampliar repertório de gestão, comunicação, escuta e condução de situações humanas complexas.
Conheça os treinamentos →Para criar espaços conduzidos de diálogo, escuta e reflexão coletiva sobre relações e saúde mental no trabalho.
Conheça as rodas →Para combinar formatos e manter prevenção, educação e desenvolvimento presentes ao longo do tempo.
Conheça os programas →A prevenção ganha força quando responsabilidades técnicas, gestão de pessoas e liderança conseguem trabalhar com uma linguagem coerente.
O escopo desta página separa deliberadamente o que pertence à gestão técnica dos riscos e o que a Make oferece no campo humano e educativo.
Não. A Make atua de forma complementar, com educação, sensibilização, desenvolvimento de lideranças, diálogo e cultura preventiva.
Não estamos apresentando a Make como responsável pela elaboração do PGR. Essa responsabilidade permanece na esfera técnica da organização e dos profissionais competentes.
Sim. Treinamentos e ações educativas podem ser desenhados especificamente para líderes, conforme o contexto e a necessidade da empresa.
Sim. Os formatos podem ser contratados isoladamente ou combinados em jornadas e programas personalizados.
Se sua empresa quer fortalecer a dimensão humana e educativa da prevenção de riscos psicossociais, a Make pode ajudar a desenhar uma ação adequada ao público e ao momento da organização.